18 de agosto de 2014

Perdoname

Lembram-se do "Perdoa-me", aquele programa da SIC onde as pessoas faziam as pazes?


Normalmente terminava tudo em bem com uma grande choradeira e um ramo de flores...
Fez sucesso - é verdade que mais pelas apresentadoras - e, de quando em vez, tem reprises no futebol português.
Cardozo, no ano passado, e Rojo, ontem, são os últimos exemplos conhecidos.
O defesa argentino lá foi "entrevistado" pela televisão do clube onde confessou que estava de "cabeza caliente" quando se recusou a treinar por, alegadamente, o Sporting não aceitar a transferência para Inglaterra. Tudo resolvido e hoje lá estará para treinar.
Acontece muito: um jogador chega, assina contrato, destaca-se, recebe propostas tentadoras, o clube não o deixa sair, o atleta amua e deixa de treinar. Dias depois é forçado a pedir desculpa, paga uma multa e, mais tarde ou mais cedo, sai para o clube para onde queria ir.
É matemático. Nestes casos, o jogador ganha sempre porque os clubes não podem ter um jogador contrariado (ou, como se diz agora, um "activo a desvalorizar").
Os jogadores são o elo mais forte.
Slimani será o próximo. Como é que se diz "perdoa-me" em argelino?

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